Raphaella, vinte anos, paulistana. Inteligente e criativa, mas chata e geniosa. Atrapalhada, perfeccionista, feminina, esquecida, estérica, delicada, cética, independente, nerd and geek. É aquela que vive de computador, tv, conversas malucas, livros científicos, e claro, Coca-Cola. I add: Família + Amigos + Pop/House/Rock + Justin Timberlake + moda + Pucca + Marie Cat + Keroppi + Warner Channel + Superman + Lex Luthor + medicina + pessoas inteligentes ( ... )
Hoje eu assisti um trechinho da entrevista da cantora Katy Perry. Acho ela fofa, de verdade. E me indentifiquei em alguns pontos, mas o principal deles eu faço questão de compartilhar. Falando sobre suas letras, que quase sempre falam de algum garoto, ela disse que não se considera uma compositora. Ela inventa letras extraindo do seu coração os seus sentimentos, e isso se dá pelo simples fato de ela não saber lidar com algumas relações e alguns sentimentos. Então ela compõe. Ela desabafa em suas letras, em suas músicas. Ela é espontânea.
Assim como Katy Perry eu não sei lidar com algumas relações, com alguns sentimentos que tenho vivido. Porque na verdade não sei o quê eu estou sentindo. Mas mesmo assim eu sinto agora uma vontade enorme de dizer, de falar, de colocar as cartas na mesa. Eu não componho, mas eu posto \o/
Esse “não saber lidar com os sentimentos” já conteceu algumas vezes comigo. E nas primeiras vezes eu fiquei com medo porque as pessoas julgam isso como uma coisa ruim, sei lá. Mas agora não, desta vez eu não sinto nada negativo. Mas as pessoas que conversam comigo acham que eu estou mal, parece que estão acostumados com esse conceito de “inseguro=ruim”, mas em algumas situações isso não é verdade, em alguns momentos essa concepção é relativa.
Eu assumi que não sei lidar com essa situação. E sinto que talvez por alguma dificuldade de comunicação, por minha parte mesmo, deixei mais uma vez um ” ? ” na cabecinha da pessoa. Sinto que acharam que eu quis “cortar” as relações, ou que não quero mais viver isso porque não sei lidar com isso. Mas não é verdade. A real é que nessa situação está sendo agradável eu não saber como agir, porque é novo pra mim. Não sou experiente, estou começando a minha vida agora, não adianta eu posar de mulher vivida, porque não sou. E não sou de joguetes, não sei fazer jogos de vaivém porque sou sincera demais pra isso. Não consigo esconder o que sinto, o que penso, e não espere ver em meus olhos satisfação com algo que eu não goste, porém, preste atenção porque meus olhos demonstram quando eu estou gostando de algo. Está nas entrelinhas. Muitas coisas não sei dizer, não sei como agir, mas preste atenção em mim, nas minhas atitudes, você irá ver como eu estou gostando de tudo isso.
Por eu ser transparente, fica óbvio quando eu estou querendo evitar algo. Não obstante gostaria que as pessoas notassem também o quanto sou leal quando faço uma amizade. O quanto me preocupo, e quero que se preocupem comigo. A dificuldade toda é exatamente essa. Por eu ser leal, eu sempre espero que as pessoas sejam. Por eu ser transparente, eu sempre espero receber isso em troca. E por eu ser segura dos meus sentimentos ( mesmo desconhecidos ) eu espero demais que as pessoas tenham certeza do que eu sinto. Tenho a maior dificuldade do mundo em dizer que gosto de alguma coisa, ou de alguém. Mas as minhas atitudes não mentem, e as vezes é desnecessário um “eu te adoro” sendo que há 5min atrás eu demonstrei meu carinho e minha preocupação com você. Não sou o tipo de pessoa que vira as costas facilmente a alguém especial. Muito menos quando me sinto especial. Quando é recíproco eu sou mais honesta ainda, e gostaria que jamais duvidassem disso.
Acho que o mundo está saturado de joguetes, de táticas, de estratégias. E não culpo quem duvida de mim, pois talvez não estejam acostumados com pessoas verdadeiras, e alguns são como eu, e por isso estão calejados de falsidade e mentiras. Talvez eu seja um peixe fora d’água. Talvez eu tenha que mudar. Mas não me agradaria. Não sei se consigo.
Mas eu sou verdadeira. Eu não sou insegura quando sinto sinceridade. Eu sei muito bem quando estão mentindo sobre algo, e sei quando falam a verdade sobre alguma coisa. Portanto não duvido, durmo tranquila, durmo feliz, por hoje. Como toda mulher eu tenho minhas inseguranças, e até que me convençam eu fico perguntando, perguntando, perguntando. Esse é um defeito meu, mas é uma forma de me proteger, eu tenho necessidade de sentir os sentimentos, sabe ? Mas mesmo assim deixo livre. É super difícil, mas eu deixo livre as pessoas que gosto. Não sou ciumenta, não sou controladora, não sou grudenta. Simplesmente porque não gosto quando agem assim comigo. As pessoas têm que acreditar na minha LEALDADE, não sou periguete ( que te deixa pra sair com outros ) mas não sou freira ( que quer que você se tranque em casa e use tapa-olhos para não cometer pecados ) . Então favor acreditar quando eu digo que eu gosto de você, porque eu repito ( incansávelmente ): EU SOU LEAL !
Por que sempre acham que eu já deixei tudo pra trás ? Tudo bem que eu tenho uma certa dificuldade em demonstrar os meus sentimentos, mas na verdade eu acho que as pessoas estão muito ligadas a palavras bonitas e não a atitudes. As palavras são montadas, os castelos são de areia. Mas as atitudes, as reações, a espontâneidade que mostra que tipo de pessoa somos e que tipo de pensamento temos. Custa prestar atenção nisso ?
Poréééééém, existe mais. Um amigo uma vez me disse que essa minha individualidade faz com que eu pense como um homem, rs. Mas outro amigo ( este mais especial ) me disse que eu sou mulher. E mulher é assim. Simples né ? Simples assim. Sábio. Porque eu tenho sim aquelas características fazem de mim uma garota mais … “chatinha”, como todas. Mas eu não posso mudar, meu bem, culpe o estrógeno e a progesterona.
Eu admiro a individualidade e a liberdade. Não acho que quando você tem amizade com alguém você precise estar 24hrs grudadíssima, porque tudo que é demais enjoa, e overdose interpessoal é uma das mais danosas à saúde, ahaha. Mas eu sinto falta. E depois que eu acostumo com as ligações corriqueiras eu já fico esperando. Assim como espero que minha mãe me ligue durante o dia, assim como espero que meu pai me cobre todos os dias que eu tenho que voltar a estudar, assim como espero que meu irmão venha me pedir ajuda com os deveres de ciências. Eu espero que a pessoa me ligue. E se não liga eu fico encanada, porque oras, você quer a minha companhia ou não ? Gosto de esclarecer tudo, mesmo não sendo muito boa com as palavras. Tanto que quando não atendo o telefone eu digo o porquê. Tanto que quando não quero sair eu não invento desculpas, eu falo que não é a melhor hora. Mas se vc acredita nisso, pq não acreditou quando eu disse que eu quero te ver ?
Sou inexperiente e não sei jogar. Mas sou sincera, isso vale ? Fica fácil perceber quando eu tô evitando, e eu evito porque não quero descontar a minha TPM em você. Eu sou insuportável quando estou tensa, e pessoas especiais não merecem isso. Mas o único motivo é esse. Quando eu corto assuntos é porque eu estou poupando as pessoas da minha companhia, quando não estou boa. Mas se você acredita em mim e sente a verdade em minhas atitudes, você não tem motivos para se preocupar, porque afinal, eu já disse que quero a sua amizade. E o dia que eu não quiser mais, não tenha dúvidas que você vai saber esclarecidamente. Mas isso não irá acontecer enquanto você fizer por onde merecer. Então por que não acreditar em mim ?
Não estou vivendo um romance, não se precipitem. Apenas estou vivendo uma amizade especial. Assim como outras que vivi, ou ainda vivo. E acho um saco esse negócio de discutir a relação, pior ainda é quando não há relação, ahahaha. Mas como uma criança espontânea eu não escondo os meus “porquês”. Não guardo perguntas, não arquivo dúvidas. Porque acho uma perda de tempo enrolarmos uns aos outros, levarmos em banho-maria. Gosto da forma que estamos vivendo isso, da intensidade. Essa intensidade é a desconhecida, e é o que me agrada. Mas quando vêem que estou encantada vão tirando suas próprias conclusões. Não estou apaixonada mas também não estou com medo. Eu estou curtindo. Então vamos ver no que vai dar, porque as surpresas vêm a cada momento.
Só pra constar: acredito em amizades entre homem e mulher, e fico feliz em encontrar alguém que também acredita E sou encantada com este tipo de relação. Já vivi algumas e nunca me arrependi de nada. Se evoluir, fazer o que ? Mas que fique claro que não é a minha meta. Não estou em comercialização. Só quero viver o que for agradável, o que for proveitoso. E sou prática assim. Se não quer, se não gostou de alguma coisa, se tem alguma neura aí, me fala. Não jogue, porque eu não sei jogar, e eu vou ficar moscando em entrelinhas. Eu só sei sustentar amizades se rolar sinceridade. Se rolar carinho. Se rolar interesse em ambos os lados. E por eu não saber lidar com tudo isso que está acontecendo eu peço ajuda. Me ajude a manter o encanto, porque eu não quero viver isso sozinha.
E aí ? Rola me programar ? [aahahahahaha, essa foi exclusivíssima, heim ?]
Sem mais além de uma palavra sobre isso tudo: ADOOOOOOORO !!!
Eu tive “aquela fase” que todo adolescente tem, porém eu jurava que never alguém já havia passado pelo que eu passava. Puro drama de menina boba, eu nem passava por tanta coisa, assim
E apesar de não gostar muito de lembrar desta fase - não que tenha sido ruim, mas eu sempre fui o tipo de “garota adulta”, e por mais que minhas atitudes me acusassem, eu sempre quis crescer, ser mulher, alcançar aquilo que parecia ser inalcançável, ou seja, ser e viver naquele EU que projetei por tantas e tantas noites a fio.
O porquê disso ? Sinceramente eu não sei. Mas se o depoimento dos meus pais vale alguma coisa, eles ( e mais 1204523 familiares que eu não sei nem quem são ) já disseram que “a Raphaella sempre foi assim” E não adianta, apesar de toodas as confusõesinhas que já tive em meus relacionamentos interpessoais, eu sou sim, individualista e independente. E pode parecer egocêntrico demais, mas eu ainda não acho isso errado. E cá entre nós, por que raios deveria achar ? Eu já tentei mudar, me socializar, mas cansei, não me agradaria mudar para me agradar, porque de fato antes me agradaria agradar a algunas personas. Agora não, agora chega, agora essa sou eu.
Mas e quando, do nada, você se vê exatamente onde já quis estar ? E quando, você pára pra pensar e vê que talvez aquilo que você projetou ser e fazer … enfim, oh gosh, está acontecendo ?
Não vou mentir, apesar de algumas decepções, e de eu ainda sim, sofrer com meus descontroles, devidos responsáveis pelo meu dom de magoar as pessoas que nem tem nada a ver com nada, eu estou em uma fase … “diferentemente melhor“.
A euforia de entrar em uma fase da sua vida em que você não sabe o que vai acontecer, e que por vezes você se surpreende com os acontecimentos bons ou ruins é intrigante.
Tudo isso começou no início deste ano. Eu percebi que eu estava vivendo uma vida que por mais que eu contestasse, essa vida não era minha. Eu estava abusando da minha mente, e da boa vontade da minha família. Apesar de muito sofrimento, abdiquei ao meu trono de falsa princesinha e me joguei. Tranquei minha faculdade, porque definitivamente eu tinha que colocar a minha vida em ordem. Mas como é que você pode ficar bem abrindo mão do seu maior sonho ( já em realização ) pra recomeçar do zero ?
Nesta fase, parece que meus olhos se abriram. Graças à Deus bem nesta fase arranjei um novo emprego, após meses desempregada. Trabalhei duro, e foi nesta fase que eu caí, que eu sofri, mas que sobretudo aprendi muito sobre a vida real, aquela que minha família e meus amigos tanto tentavam me proteger, ou me privar.
Depois, quando eu achava que estava tudo se ajeitanto, fui demitida, e por ironia do intestino ( rá ) recebi mais um presentinho da vida: após vários exames médicos, foi constatada uma doença crônica, farmacodependente, e foram mais alguns meses de repouso, e dando início a um longo tratamento cheio de altos e baixos. O hipotiroidismo não é algo que atrapalha intensamente a vida de algum paciente, porém a princesinha aqui deixou chegar a um ponto quase cirúrgico, e isso foi quase, eu disse quase, dito sem solução medicamentosa.
Depois de alguns meses de deprê e enfermidades, de problemas de saúde e psicológicos, Deus me deu forças, e em cima da hora decidi arriscar em um novo emprego.
Aquele, o mesmo, este atual. Quando fui contratada, eu recebi TANTAS responsabilidades que achei praticamente impossível dar conta de tudo. Justo eu, que havia sido demitida por ser “nova demais” e por não ter sido contratada em várias outras empresas por ser “menina demais”, “criança demais”, e outras “infantilidades demais” pra serem caractéristicas verídicas Tudo pela carinha de criança, voz de criança, jeito de criança. Masquepoha de empresas que não reconhecem a responsabilidade de cada um e o bom desempenho nas entrevistas ?
Mês que vem completarei 3 meses nesta empresa, super recente, super sobrecarregada, super estressada, super cheia de responsabilidades, fato. Mas esta ajuda que Deus me dá a cada dia pra responder as expectativas ( por vezes abusiva ) me fez abrir os olhos pra mim novamente, pra que tipo de pessoa eu sou hoje, aquela moça, que responde a pelo menos 60% das expectativas da adolescente utópica do começo do post
Eu usei como exemplo a minha vida profissional pra criar um contexto com a vida que eu levo hoje. Parece que apesar de tantas lutas, de tanto sofrimento, de tanto chororô de emo, quando você menos espera as “horas certas” vão chegando. E acredite, você sabe quando elas chegam
O mais engraçado é que eu sempre, sempre fui muito “protegidinha” sabe, sempre proibida, limitada, controlada. Não só em se tratando do tão exigido direito de ir e vir, como também das minhas idéias. Meus pais sempre respeitaram minhas opiniões, porém com alguma relutância ocasionalmente Não os tiro a razão, se eu sou o que sou hoje, se eu sou responsável e consciente ( ) isso eu devo a eles.
Mas quando a hora certa chega ninguém se manifesta. Nem seus pais, nem seus amigos, nem ninguém. E também quando se atrevem a tal insanidade, tomam na tarraqueta. Eu tenho 20 anos e sou vacinada. Não sei de nada, mas hoje estou de mente aberta para aprender, e no que eu aceitar descobrir sozinha, por favor não se intrometa. Quanto a isso estou mais linguaruda do que nunca
E aí, pessoas, é um misto de euforia, medo, frenetismo e receio. Acontecem coisas que você sempre sonhou, mas que parecem tão banais, já que hoje você tem outras prioridades - e tá pra nascer alguém que invente mais prioridades do que eu . Por isso algumas conquistas passaam despercebidas, porém algumas … ahh … são essas que estão me inspirando a fazer este post.
Mesmo depois de muitos acontecimentos ruins e de uma bela nuvem negra em cima da minha cabecinha, posso dizer hoje que não há nada mehlor do que, depois de um tombo, você se reerguer, ALONE, só vc e Deus, e refazer suas próprias idéias, catar os seus próprios caquinhos, acreditar em você. Não tem coisa melhor, do que, depois de uma maré de azar, você compreender a verdadeira razão de cada coisa ruim, e aprender com tudo isso. E levantar, e se tornar ainda mais, ainda melhor.
É. Parece que cresci. Eu não sou mais uma menina, apesar de meu rosto e minha voz ainda enganarem bastante, ahaha. Mas mulher … ainda é cedo pra dizer, não chego a tanto, vai !
E é essa falsa liberdade que me fez acordar mais feliz hoje. Caí na real, sabe. Estou livre. Presa em minhas reponsabilidades, meus paradigmas, meus valores intraduzíveis, e etc e tal. Mas nunca, nunca eu me senti tão livre. E sinto que isso é só o começo …
Não, não precisam “sentir muito” por não terem entendido o post anterior, afinal, quando eu quero desabafar aqui no blog, eu o faço de forma abstrata propositalmente, já que não me agrada ( e nem há necessidade ) de expor esclarecidamente as situações que vivo. Até porque é muito mais interessante você ler um post que faz um contexto abrangente e até te alcança ao fazer com que você se identifique com o assunto tratado, do que aquele post em que eu conto minhas fofoquinhas, não é mesmo ?
Enfim, como eu plurkei esses dias ( plurk sem respostas, diga-se de passagem ) é incrível como eu mesma consigo me colocar nos eixos. É claro que eu sou a Rainha dos Plurks abstratos, e que ninguém entendeu, mas é bem simples: acho que hoje tenho ( talvez ) alguma maturidade pra colocar um basta nas coisas quando estão fugindo do controle, e tudo isso dentro de mim, nada a ver com ninguém.
Eu sou o tipo de pessoa que vive intensamente cada situação, cada amizade, cada matéria nova, cada música. Mas existem algumas coisas que podem atrapalhar meu desempenho em outras, que por sua vez são prioridade. E quando algo atrapalha que não deveria atrapalhar, eu imponho limites à mim mesma, e apesar de ficar um pouquinho chatiada, é como dizem por aí: Não se pode ter tudo ! E como eu mesma já disse e comprovei, nós sempre temos escolhas, e eu escolho caminhos que muitas pessoas não escolheriam. Troco, sabe ? E as vezes afasto as pessoas que gostam de mim … 2ª ou 3ª pessoa que me diz isso. Mas eu não aprendi a fazer diferente, às vezes eu causo mal com a minha independência. Não é que eu não goste de amizades frenéticas, é que eu sou diferente … eu tenho meu espaço, minha vida, meus planos sozinha. E quando as pessoas acham que eu não as incluí em minha vida, elas viram as costas. Sempre. Não digo que é uma atitude errada, até porque várias pessoas já fizeram isso, mas … ainda não aprendi a ser diferente. E pra ser sincera … ah, melhor parar por aqui.
Beeeem, fiquei chatiada sim, mas tá passando. Pra não magoar mais ninguém resolvi me esconder um pouquinho.
Esses dias eu resolvi montar uma playlist nova pro meu MP, cansei das musiquinhas de sempre, resolvi juntar algumas das que mais gosto. Ainda não terminei, maaaas eu gosto da forma como vejo as coisas hoje, não sou mais adolescente ( ok, também não sou uma mulher, mas isso quem explica é a Excelentíssima Britney, hahá ) , e hoje tenho opiniões e gostos que não tinha. E encontrei algumas músicas bem lesgais, bem a minha cara, esta cara que eu tenho agora, sabe, heuheuahe.
Alguém aí conhece Moony ? Ela é uma cantora italiana, que apesar de não muito conhecida aqui no Brasil, suas músicas são magicamente produzidas para arrasar nas pistas de dança, e assim se faz, em metrópoles como Londres, Paris, e até Madrid. Inovadora, talentosa e fofa, adicionou as letras fofas de dor-de-cotovelo na House Music mundial, coisa que era meio … ‘difícil’ até os anos 90, nerrrg ?
Enfim, entre uma discografia curta - mas bem sucedida - está a aclamaaada Dove ( não o sabonete, a música mesmo ), músiquinha que eu escutei pela primeira vez lááá pelos meus 12 ou 13 anos, mas que hoje falou mais alto, hoje ^_^ Falando assim ninguém se lembra, mas quem nunca cantou este hit ?
Pra finalizar, um trechinho da letra ( traduzida ) que mais me explica:
And if she questions the sun
(e se ela perguntar para o sol)
Why, why me
(por que, por que eu?)
The sun doesn’t answer
(o sol não responde)
Oh God, can you help me
(oh Deus, você pode me ajudar?)
The answer is easy my love
(a resposta é facil meu amor)
You’ve built your own jail
(você construiu a sua própria prisão)
You’ve always been part of the sky
(você sempre fará parte das estrelas)
So why d’you keep staying by his side
(então porque você deveria continuar ao lado
dele?)
Away from me
(longe de mim)
É mágico como os DJ’s conseguem deixar as músicas dela tão contagiantes, mesmo com estas letras tão significativas. Ok, eu tô emo, mas em todo o caso, é saudade do Justin ♥
[E é péssimo quando você machuca as pessoas e ainda sai machucada. Acho que é a pior das situações, porque você sabe que a culpa de tudo foi sua, e não tem o direito de jogar a responsabilidade a ninguém !]
Ps. Em breve post TIETE sobre as últimas do homem da minha vida, é, o supra-citado no penúltimo parágrafo acima